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De Santos Dummont a Amelia Earhart, por que voar se tornou tão importante para nós?

Voar era de nosso interesse muito antes do surgimento dos primeiros aviões. Antes das asas e de voos transatlânticos, o ser humano já desbravava os céus com balões de ar quente e zepelins.

O famoso Zepelim foi inclusive inspiração para o pai da aviação brasileira, Santos Dummont. Antes do 14-bis, Santos Dummont voava pelos céus a bordo de um dirigível.

A aviação como conhecemos começa de fato quando é realizado o primeiro voo controlado motorizado. Mas afinal, quem voou primeiro: Santos Dummont ou os irmãos Wright?

Os irmãos Wilbur e Orville Wright possuíam muito conhecimento sobre aerodinâmica e bicicletas e dividiam uma paixão por voar. O primeiro voo dos irmãos Wright é datado de 17 de dezembro de 1903. A forma patenteada por eles de como controlar um avião em três dimensões ainda é a base das aeronaves com asas fixas.

O primeiro voo de Santos Dummont é datado de 23 de outubro de 1906, ou seja após os irmãos Wright, mas o voo do brasileiro é considerado por historiadores o primeiro voo motorizado controlado, uma vez que o 14-Bis decolou “sozinho”, apoiado sobre rodas próprias, enquanto o avião dos irmãos Wright precisou de um trilho auxiliar para decolar.

De Santos Dummont e irmãos Wright para o primeiro voo transcontinental foi um pulo de 5 anos. Em 1911, o primeiro voo transcontinental de Sheepshead Bay, Nova Iorque, até Long Beach, Califórnia, foi feito em uma série de voos curtos em um total de 84 dias.

Depois disso, foi a vez dos voos sobre o oceano atlântico, que fizeram com que Charles Lindbergh, e posteriormente Amelia Earhart, entrassem para história, cruzando o oceano atlântico em 1927 e 1932, respectivamente.

Os voos sobre o oceano foi o combustível para a aviação crescer como forma de transporte. O avião passou a evoluir muito, desenvolvendo-se principalmente no período entre guerras. A tecnologia de aeronaves em geral contou com avanços rápidos nos desenhos das aeronaves e a na atuação das primeiras linhas aéreas.

A partir dos anos 90, a aviação comercial passou a desenvolver tecnologias para tornar as aeronaves em máquinas cada vez mais automatizadas. A promessa da aviação está no século XXI. Aviões e foguetes com capacidades únicas em termos de velocidade e de capacidade de passageiros e de carga que não devem ser subestimados.

Atualmente, a aviação tornou-se essencial ao redor do globo e principalmente para o desenvolvimento de países. A necessidade de locomover-se de um ponto a outro rapidamente, amplia-se cada vez mais com a globalização e com certeza a evolução das aeronaves ainda tem um longo caminho a percorrer.